Larvas Incendiadas

Larvas Incendiadas

Thiago Coacci
Dec 02, 2020 58 min

Luiz Morando - Cintura Fina em Belo Horizonte

Nessa semana, conversamos com Luiz Morando, que é doutor em estudos literários pela UFMG e professor no Centro Universitário de Belo Horizonte. Nossa conversa foi sobre seu mais recente livro Enverga, mas não quebra: Cintura Fina em Belo Horizonte, publicado agora em 2020 pela editora O Sexo da Palavra. A partir de uma pesquisa minuciosa com arquivos de jornais, de entrevistas e coleta de depoimentos em comunidades online, Luiz resgatou a história de Cintura Fina, uma travesti negra cearense que viveu em Belo Horizonte entre as décadas de 50 e 80. Cintura era uma figura intrigante que ganhou fama nas páginas policiais dos jornais por não levar desaforo para casa e enfrentar com sua navalha quem quer que fosse, mas como Luiz demonstra esse é apenas um lado de sua complexa personalidade. Apesar da pesquisa ter como foco Cintura Fina, sua vida é representativa das condições de marginalidade de tantas outras travestis brasileiras e também das estratégias que desenvolveram para sobreviver e fruir, contribuindo assim para adensar a história do gênero e da sexualidade em nosso país. O livro está a venda no site da editora: https://www.osexodapalavra.com/cinturafina Esse episódio conta com notícias narradas generosamente pelo ator Bruno Pontes e áudios do curta-metragem Derivado da Minha Beleza, dirigido por Fernanda Gomes e Luciana Barros. Redes SociaisLembre-se de nos seguir nas redes sociais: Twitter: @incendiadas Facebook: /Incendiadas Instagram: @larvasincendiadas Site: http://www.larvasincendiadas.com E-mail: [email protected] Portal Desaprender: https://desaprender.com.br/ Instagram da Regina: @facreg ApoioSe você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas
Nov 18, 2020 1 hr 0 min

Brenda Cardoso de Castro - Mulheres descolonizando a Amazônia

Nessa semana, conversamos com Brenda Cardoso de Castro que é doutora em Sociologia e Antropologia pela UFPA e professora do bacharelado em relação internacional da Universidade da Amazônia. Nossa conversa foi sobre sua tese de doutorado, intitulada Mulheres descolonizando a Amazônia pelos caminhos de vida: produção de subjetividades atravessadas pelo projeto de nação desenvolvimentista. A partir de uma pesquisa de campo na Vila de Alter-do-Chão, Santarém; a comunidade de Jamaraquá, na Floresta Nacional do Tapajós; e a comunidade de Coroca, no rio Arapiuns e também de entrevistas com mulheres que vivem nas localidades, Brenda nos mostra como gênero, colonialidade, nação e raça se entrelaçam nas instituições, nos discursos sobre a região e na produção de subjetividades das pessoas que vivem na Amazônia. De forma bastante sensível, nos mostra a maneira como esse complexo tramado de relações de poder produz sujeições e faltas de reconhecimento, mas também permite que as mulheres ainda encontrem linhas de fugas em seus cotidianos. Assim, contribui para escaparmos de algumas armadilhas fáceis para a análise da amazônia e principalmente das vidas das mulheres que ali vivem. Redes SociaisLembre-se de nos seguir nas redes sociais: Twitter: @incendiadas Facebook: /Incendiadas Instagram: @larvasincendiadas Site: http://www.larvasincendiadas.com E-mail: [email protected] Portal Desaprender: https://desaprender.com.br/ Instagram da Regina: @facreg ApoioSe você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas
Nov 04, 2020 35 min

Ananda Winter - Os sentidos da paridade de gênero na Bolívia

Nessa semana, conversamos com Ananda Winter, que é mestra e doutoranda em Ciência Política. Nossa conversa, foi sobre seu recente artigo Os sentidos da paridade de gênero na Bolívia e os elementos da sua constante transformação, publicado em 2019 pela revista Novos Rumos Sociológicos. Diferentemente do Brasil, que possui um baixíssimo número de mulheres em nosso congresso nacional, a Bolívia se destaca por ter instituído a paridade de gênero na política, ao menos do ponto de vista numérico, a partir da constituição de 2009 e das legislações que se seguiram. Por meio de um conjunto de entrevistas com mulheres bolivianas envolvidas na disputa pela paridade e da análise documental, Ananda analisa esse processo e mostra como a paridade assumiu três sentidos no debate político daquele país: o de chachawarmi, o de um princípio democrático e, por fim, de representação substantiva. Sua pesquisa é fundamental para entendermos mais profundamente as desigualdades de gênero na política e os mecanismos que possuímos para enfrentá-la, ressaltando que a igualdade numérica é um horizonte desejável, mas está longe de ser o fim dos problemas. Essa pesquisa acabou de ser premiada como o melhor artigo sobre gênero e política no premiação conjunta da Associação Brasileira de Ciência Política e da ONU Mulheres. O artigo que é pano de fundo do episódio pode ser lido gratuitamente aqui. Redes SociaisLembre-se de nos seguir nas redes sociais: Twitter: @incendiadas Facebook: /Incendiadas Instagram: @larvasincendiadas Site: http://www.larvasincendiadas.com E-mail: [email protected] Portal Desaprender: https://desaprender.com.br/ Instagram da Regina: @facreg ApoioSe você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas
Oct 07, 2020 1 hr 3 min

Marcelo Natividade - Igrejas LGBT: religiosidades, política e subjetividade

Nessa semana, conversamos com o antropólogo, professor da Universidade Federal do Ceará e cantor Marcelo Natividade sobre seu recente artigo Uma família como outra qualquer: casamento igualitário e novas famílias em igrejas evangélicas LGBT, publicado em 2019 na revista Sexualidad, Salud y Sociedad. A partir de etnografias de igrejas LGBT e de uma longa pesquisa bibliográfica e documental, Marcelo nos descreve como essas igrejas fazem uma amarração complexa entre religiosidades, política e subjetividade. Suas teologias operam um deslocamento de sentido das experiências LGBT valorizando-as como positivas e parte da natureza, simultaneamente criam um enlace com categorias e discursos do campo dos direitos sexuais, projetando-os como parte de um projeto divino. Esses enlaces, no entanto, não deixam de carregar em si tensões e paradoxos entre a subversão e a normalização das experiências LGBT. Seu trabalho nos ajuda a superar visões muito simplificadoras das relações entre gênero, sexualidade e religiosidades. O artigo que é pano de fundo do episódio pode ser lido gratuitamente aqui. Marcelo ainda nos contou que acabou de lançar seu álbum Dádiva. Você pode adquirir a cópia física na loja da Metanóia ou ouvido diretamente em qualquer plataforma de áudio. Redes SociaisLembre-se de nos seguir nas redes sociais: Twitter: @incendiadas Facebook: /Incendiadas Instagram: @larvasincendiadas Site: http://www.larvasincendiadas.comApoio E-mail: [email protected] Portal Desaprender: https://desaprender.com.br/ Instagram da Regina: @facreg ApoioSe você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas
Sep 22, 2020 44 min

Helena Santos Assunção - Aprendendo com o feminismo africano

Nessa semana, conversamos com Helena Santos Assunção, que é antropóloga e atualmente cursa o doutorado em antropologia social no Museu Nacional da UFRJ. Nossa conversa foi sobre seu mais recente artigo, “Reflexões sobre perspectivas africanas de gênero”, em que através de um movimento duplo de aproximação crítica entre o pensamento das nigerianas Ifi Amadiume e Oyèrónké Oyěwùmí e algumas feministas euroamericanas como Françoise Heritier, Judith Butler, Marilyn Strathern e Signe Arnfred, nos permite aprender com certos equívocos, evitar falsas perguntas e imposições epistêmicas. Helena exemplifica com uma análise dos ritos de iniciação feminina em Moçambique, demonstrando como levar em conta esses saberes africanos pode alterar a maneira como observamos e intervimos nessa controvérsia. O artigo pode ser lido na íntegra aqui. Helena indicou o site Filosofia Africana que vem traduzindo artigos da Oyèrónké Oyěwùmí e de outras autoras africanas Redes SociaisLembre-se de nos seguir nas redes sociais: Twitter: @incendiadas Facebook: /Incendiadas Instagram: @larvasincendiadas Site: http://www.larvasincendiadas.com E-mail: [email protected] Portal Desaprender: https://desaprender.com.br/ Instagram da Regina: @facreg ApoioSe você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas
Sep 09, 2020 1 hr 12 min

Marlise Matos - Quem são as mulheres das políticas para as mulheres?

Nessa semana, conversamos com a cientista política Marlise Matos, da UFMG, sobre a pesquisa que desenvolveu em parceria com as professoras Sonia Alvarez (UMASS) e Solange Simões (EMICH) sobre as Conferências Nacionais de Políticas para Mulheres (CNMP). Por meio da aplicação de um survey nas 3ª e 4ª CNMP, as pesquisadoras investigaram quem são as mulheres das políticas para mulheres no Brasil, quais suas características, quais suas concepções de feminismo, quais suas trajetórias ativistas e muito mais. É um trabalho fundamental para quem estuda as relações entre o feminismo e as políticas públicas ou o feminismo e o Estado. Os resultados da pesquisa estão publicados em dois livros Quem são as mulheres das políticas para as mulheres no Brasil: o feminismo estatal participativo brasileiro e Quem são as mulheres das políticas para as mulheres no Brasil: expressões feministas nas Conferências Nacionais de Políticas para as Mulheres. Os dois volumes podem ser baixados gratuitamente no site do NEPEM. Ao final de sua fala, a professora Marlise Matos recomendou como dica o Curso Mulheres Rumo ao Poder, uma formação remota, aberta e gratuita, voltada para mulheres candidatas a cargos dos poderes Legislativo e Executivo nas próximas eleições. As aulas já estão disponíveis aqui. Redes Sociais Lembre-se de nos seguir nas redes sociais: Twitter: @incendiadas Facebook: /Incendiadas Instagram: @larvasincendiadas Site: http://www.larvasincendiadas.com E-mail: [email protected] Portal Desaprender: https://desaprender.com.br/ Instagram da Regina: @facreg Apoio Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas
Aug 26, 2020 1 hr 1 min

Lélia Gonzalez - Recepção

O episódio dessa semana traz a terceira e última parte da nossa série sobre Lélia Gonzalez, que foi uma das grandes intérpretes do Brasil e das pioneiras do pensamento feminista negro em nosso país. Nesse episódio, Flávia e Alex nos contaram sobre as dinâmicas de apagamento e do recente resgate do trabalho de Lélia Gonzalez, sobre como o trabalho da feminista negra influencia seus próprios trabalhos e por último responderam algumas perguntas da plateia que assistiu a gravação. Com isso, encerramos essa série, na esperança de ter ajudado a levar o nome e a riqueza do trabalho de Lélia Gonzalez para uma nova geração de pessoas na academia e nos movimentos sociais. O formato dessa série é um pouco diferente dos nossos episódios convencionais e foi uma conversa entre quatro pessoas. Gleicy Silva e eu entrevistamos o antropólogo e geógrafo Alex Ratts e a socióloga Flávia Rios. Além de especialistas na obra de Lélia, Alex e Flávia foram responsáveis pela escrita de sua biografia, que esse ano completa dez anos de publicação. A conversa foi originalmente transmitida ao vivo pelo youtube no ciclo de debates Gênero e Desigualdades e agora se torna essa série de episódios. Essa série é fruto da nossa parceria com o Núcleo de Estudos de Gênero Pagu, da UNICAMP, e o Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença, da USP. Agradeço imensamente à Regina Facchini e à Carol Parreiras pela organização e produção desse debate. Recentemente, a obra de Lélia Gonzalez foi reunida em uma coletânea publicada pela União dos Coletivos Pan Africanistas. O livro pode ser adquirido diretamente em contato com o coletivo: [email protected] Redes SociaisLembre-se de nos seguir nas redes sociais: Twitter: @incendiadas Facebook: /Incendiadas Instagram: @larvasincendiadas Site: http://www.larvasincendiadas.com E-mail: [email protected] Portal Desaprender: https://desaprender.com.br/ Instagram da Regina: @facreg ApoioSe você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiar financeiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas
Aug 12, 2020 45 min

Lélia Gonzalez - Obra

h2 { margin-top: 0.35cm; margin-bottom: 0.21cm; background: transparent; page-break-after: avoid } h2.western { font-family: "Liberation Serif", serif; font-size: 18pt; font-weight: bold } h2.cjk { font-family: "Noto Serif CJK SC"; font-size: 18pt; font-weight: bold } h2.ctl { font-family: "Lohit Devanagari"; font-size: 18pt; font-weight: bold } p { margin-bottom: 0.25cm; line-height: 115%; background: transparent } a:visited { color: #800000; so-language: zxx; text-decoration: underline } strong { font-weight: bold } a:link { color: #000080; so-language: zxx; text-decoration: underliO episódio dessa semana traz a segunda parte da nossa série sobre Lélia Gonzalez, que foi uma das grandes intérpretes do Brasil e das pioneira do pensamento feminista negro em nosso país. Conheceremos um pouco mais da Lélia pesquisadora, principalmente a obra que desenvolveu a partir dos anos 1980. Como veremos, a contribuição dessa intelectual é vasta: questiona o mito da democracia racial, analisa as complexas dinâmicas de entrelaçamento entre raça e gênero, além de propor novos conceitos que permitem simultaneamente analisar a dominação colonial da nossa região por um olhar que não seja o do colonizador e criar uma solidariedade transnacional. O próximo e último episódio da série focará na recepção contemporânea de Lélia por ativistas e pela academia.O próximo e último episódio da série focará na recepção contemporânea de Lélia por ativistas e peO episódio dessa semana traz a segunda parte da nossa série sobre Lélia Gonzalez, que foi uma das grandes intérpretes do Brasil e das pioneira do pensamento feminista negro em nosso país. Conheceremos um pouco mais da Lélia pesquisadora, principalmente a obra que desenvolveu a partir dos anos 1980. Como veremos, a contribuição dessa intelectual é vasta: questiona o mito da democracia racial, analisa as complexas dinâmicas de entrelaçamento entre raça e gênero, além de propor novos conceitos que permitem simultaneamente analisar a dominação colonial da nossa região por um olhar que não seja o do colonizador e criar uma solidariedade transnacional. O episódio dessa semana traz a segunda parte da nossa série sobre Lélia Gonzalez, que foi uma das grandes intérpretes do Brasil e das pioneira do pensamento feminista negro em nosso país. Conheceremos um pouco mais da Lélia pesquisadora, principalmente a obra que desenvolveu a partir dos anos 1980. Como veremos, a contribuição dessa intelectual é vasta: questiona o mito da democracia racial, analisa as complexas dinâmicas de entrelaçamento entre raça e gênero, além de propor novos conceitos que permitem simultaneamente analisar a dominação colonial da nossa região por um olhar que não seja o do colonizador e criar uma solidariedade transnacional. O formato dessa série é um pouco diferente dos nossos episódios convencionais e foi uma conversa entre quatro pessoas. Gleicy Silva e eu entrevistamos o antropólogo e geógrafo Alex Ratts e a socióloga Flávia Rios. Além de especialistas na obra de Lélia, Alex e Flávia foram responsáveis pela escrita de sua biografia, que esse ano completa dez anos de publicação. A conversa foi originalmente transmitida ao vivo pelo youtube no ciclo de debates Gênero e Desigualdades e agora se torna essa série de episódios. Essa série é fruto da nossa parceria com o Núcleo de Estudos de Gênero Pagu, da UNICAMP, e o Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença, da USP.Agradeço imensamente à Regina Facchini e à Carol Parreiras pela organização e produção desse debate. Recentemente, a obra de Lélia Gonzalez foi reunida em umacoletânea publicada pela Uniãodos Coletivos Pan Africanistas. O livro pode ser adquiridodiretamente em contato com o coletivo: [email protected] Redes Sociais Lembre-se de nos seguir nas redes sociais: Twitter: @incendiadas Facebook: /Incendiadas Instagram: @larvasincendiadas Site: http://www.larvasincendiadas.com E-mail: [email protected] Portal Desaprender: https://desaprender.com.br/ Instagram da Regina: @facreg Apoio Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiarfinanceiramente com doações mensais a partir de um real: http://www.apoia.se/incendiadas
Jul 29, 2020 36 min

Lélia Gonzalez - Trajetória

O episódio dessa semana inicia uma série sobre Lélia Gonzalez, que foi uma das grandes intérpretes do Brasil e das pioneira do pensamento feminista negro em nosso país. Nesse primeiro episódio, focaremos em sua trajetória de vida, desde a infância e chegando até seu engajamento com os movimentos negros e feministas na década de 1970. Sua obra acadêmica e a recepção contemporânea desses trabalhos serão alvo dos próximos episódios. O formato dessa série é um pouco diferente dos nossos episódios convencionais e foi uma conversa entre quatro pessoas. Gleicy Silva e eu entrevistamos o antropólogo e geógrafo Alex Ratts e a socióloga Flávia Rios. Além de especialistas na obra de Lélia, Alex e Flávia foram responsáveis pela escrita de sua biografia, que esse ano completa dez anos de publicação. A conversa foi originalmente transmitida ao vivo pelo youtube no ciclo de debates Gênero e Desigualdades e agora se torna essa série de episódios que você ouvirá a primeira parte. Essa série é fruto da nossa parceria com o Núcleo de Estudos de Gênero Pagu, da UNICAMP, e o Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença, da USP. Agradeço imensamente à Regina Facchini e à Carol Parreiras pela organização e produção desse debate. Recentemente, grande parte da obra de Lélia Gonzalez foi reunida em uma coletânea publicada pela União dos Coletivos Pan Africanistas. O livro pode ser adquirido diretamente em contato com o coletivo: [email protected]
Jul 15, 2020 43 min

Helena Hirata - Da divisão sexual do trabalho aos estudos sobre o cuidado

Nessa semana, conversamos com a socióloga Helena Hirata, que é diretora de pesquisa emérita do CNRS, na França. Helena é uma das mais influentes sociólogas do trabalho e do gênero, com pesquisas que nos ajudaram a compreender melhor as dinâmicas da divisão sexual do trabalho e mais recentemente o trabalho do cuidado. Dentre seus vários trabalhos publicados em português eu destacaria os livros Nova divisão sexual do trabalho? Um olhar voltado para a empresa e a sociedade e também a coletânea Cuidado e cuidadoras: as várias faces do trabalho do care, organizado emparceria com a professora Nadya Araujo Guimarães. Nossa conversaabordou as várias fases da trajetória acadêmica de Helena, seu engajamento com o feminismo, além de outros temas como os conceitos de interseccionalidade e consubstancialidade, e os reflexos da pandemia da covid-19 para o trabalho do cuidado. Quem conduziu essa conversa foi a também socióloga Yumi Garcia dos Santos, que é professora do Departamentode Sociologia da UFMG. Indicação: Dossiê sobre Trabalho, Gênero e Cuidado da Revista Estudos Avançados, da USP Redes Sociais Lembre-se de nos seguir nas redes sociais: Twitter:@incendiadas Facebook: /Incendiadas Instagram:@larvasincendiadas Site:http://www.larvasincendiadas.com E-mail:[email protected] Portal Desaprender: https://desaprender.com.br/ Instagramda Regina: @facreg Apoio Se você gostou do nosso podcast, por favor, considere nos apoiarfinanceiramente com doações mensais a partir de um real:http://www.apoia.se/incendiadas
Larvas Incendiadas
Genre
Science & Medicine
Episodes
53
Frequency
Fortnighly podcast
Prediction
Next episode Wednesday, December 16
Website
larvasincendiadas.com
Creators
Thiago Coacci (Editor)
Social
Creators and Ratings from
Podchaser
PodLink Premium Get a vanity URL, additional app badges, and an ad‑free page for only $12 per year.